O Legado Sombrio de Evard

Introdução - Começa a aventura

Cansados após um dia de marcha sob chuva forte, vocês estão aquecendo os corações na Estalagem Velha Coruja, na cidade de Duponde. Vocês têm viajado a Estrada Real por uma semana, dirigindo-se ao sul para a cidade de Sarthel, com uma correspondência do novo Lorde de Assuntos Especiais de Cormyr, Lorde Markelhay.

Quando chegaram em Duponde, descobriram que as duas pontes da cidade sofreram avarias pela recente cheia do Rio Nentir. Agora vocês precisam esperar por alguns dias até que os trabalhadores consertem as pontes.

Vocês já se conhecem.
Introduza brevemente o seu personagem nos comments aqui embaixo e gaste um tempo lendo para conhecer os demais membros do grupo.

Dn d 5 party at the tavern

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Encontro 1 - Shadows Gather (Reunião das Sombras)

Logo depois do anoitecer, a chuva aumenta e os ventos se tornam mais fortes.

Ele balança as cortinas e espalha as brasas da chaminé.

O salão começa a esvaziar com os nativos terminando as suas cervejas e se dirigindo para suas casas.

Logo, as únicas pessoas restantes são um trio de anões viajantes, um jovem de cabelos negros com um manto de escolar acompanhado de seu servo halfling, um guarda corpulento com um manto marrom, o taverneiro (um homem de barbas grisalhas), e a proprietária do local (uma robusta mulher de meia idade que se introduziu como Tilda Grenfield quando vocês pediram abrigo por essa noite).

O guarda termina uma caneca de cidra quente. “É melhor eu ir”, ele diz a Tilda.

“Cuide-se Grimbold”, ela responde. “Acho que fecharemos cedo. Não é noite para pessoas de bem estarem por aí”.

“Aye?”, um dos anões pergunta. “E por quê?”.

“Porque fantasmas andam soltos em noites como esta, amigo”, o guarda responde.

O jovem escolar entra na conversa: “Estaria o fantasma de Evard entre esses?”.

“É o que dizem”, Grimbold responde. “Você deve saber mais disso do que eu”.

“Fiquem quietos todos vocês!”, diz Tilda. “Esse é um nome que não se deve pronunciar”.

Descrevam as ações e falas de vocês nos comments aqui embaixo.
Esta é a cena:

Introducao

Em caso de não visualização, clicar aqui


Khalid calmamente se levanta, caminhando em direção ao escolar, falando de forma calma, porém firme:

“Por que o nome de Evard não pode ser pronunciado, mulher?” “Medo de maldições, fantasmas e sombras?”

“Bah! Já estamos mergulhados na escuridão! Os malditos nethereses sobrevoam Sembia como abutres, esperando a hora de entrar em Cormyr. Criaturas bizarras da Praga Mágica andam livremente por Faerun, devorando os incautos. E aqui em Cormyr, a corrupção da nobreza corroi a todos nós!”

“Já que todos seremos aborvidos pelas trevas, que possamos infligir a maior dor possivel nestes inimigos sombrios antes de cairmos!”

Khallid olha friamente para todos, tentando intimidar os presentes (teste de Intimidate = 14 + 8 = 22).

Falando sozinho e balançando a cabeça: “Faerun, assim como Tilverton, já é um poço de escuridão…”

Khalid chega ao escolar e diz: “Você sábio, pode nos iluminar mais sobre Evard? O que sabe sobre a história dele? Permita pagar-lhe uma bebida” (teste de Diplomacia = 1d20 + 8 + 2 de bônus pelo intimidate = 16 + 8 + 2 = 26).
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Enquanto isso, Lemnorian se mantém calado, observando toda a situação e o que Khalid está falando (insight passivo = 9 e perception passivo = 16).
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Todos se calam e se retraem com as palavras fortes de Khalid.

O escolar responde com seus olhos negros fixados nos de Khalid, com um tom aristocrático e um pouco arrogante: “Evard foi um poderoso mago que desapareceu 50 anos atrás. Sua especialidade era magia infundida com o poder das sombras. Na verdade, ele parece ter redescoberto a magia das sombras após a queda do shadow weave com a Praga da Magia, tendo elaborado diversos feitiços – talvez você já tenha escutado sobre os Tentáculos Negros de Evard? Tenho tentado juntar os pedaços das histórias de suas aventuras há anos, e a trilha me levou até aqui. Nunca esperei encontrar o seu túmulo em um esquecido vilarejo como Duponde. Agora posso conhecer o final da história e – cá entre nós – partir desta comunidade atrasada”.

Khalid nota (insight passive = 18) que o escolar parece admirar Evard e que ele não acredita que um mago de tamanho poder teria sido derrotado tão facilmente. Ele também crê que os nativos não entendem a importância do Túmulo de Evard.


Após o escolar responder a Khalid, Lemnorian se mostra mais interessado na conversa. Ele acredita que o que está ouvindo do escolar é realmente verdade.

Passando as mãos pelos cabelos longos e jogando os para tras, Lemnorian, com um semblante jovial e inquisitivo, com uma voz num volume suficiente para que todos ouçam, diz o seguinte para o escolar:

“Muito interessante a história de que falas. Apesar de nunca ter ouvido sobre esses tais Tentaculos Negros. Do que se tratam? Ao que me parece, esse a quem chamas de Evard se aventurou por essa região no passado e não teve um final muito feliz. Entretanto, por que motivo se abalou até essa, como o senhor disse… ahm, deixe me lembrar… comunidade atrasada? Foi somente para ter conhecimento do que aconteceu com o infeliz Evard? Por acaso seria seu amigo?”
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O escolar, dessa vez se mostrando mais arrogante, responde: “Os tentáculos são simplesmente uma obra prima de feitiço criado por Evard. Não devo explicações a vocês, mas já disse que vim para este fim de mundo apenas para investigar sua história”.

O veterano guarda Grimbold se aproxima até a mesa de Lemnoriam e diz: “O escolar Nathaire é um bom sujeito, embora se ache melhor que esta cidade e faça questão de deixar isto claro. Ele está aqui há alguns dias. Paga suas gastas, deixa um pouco de dinheiro no vilarejo, enquanto estuda o Tùmulo de Evard. Já vi coisas estranhas, mas posso dizer que Duponde é um local calmo. Gostamos deste jeito”.

Khalid percebe (insight passive = 18) que o guarda realmente não está preocupado, embora esteja feliz de evitar o tempo ruim lá de fora, permanecendo na estalagem para conversar.

Fora o tempo ruim, Lemnoriam não percebe nada de anormal dentro ou fora da estalagem, mas nota que a proprietária Tilda susurra algo aos anões, algo que ficou além dos seus ouvidos élficos (teste de perception = 7+ 6 = 13).
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Ao ser abordado pelo guarda Grimbold, Lemnorian responde somente para ele:“Eu realmente não gosto desses sujeitos que se acham melhor que os outros, mas enfim, cada um vive do jeito que quer… paciência…”
Ao perceber que a estalajadeira Tilda sussurou algo aos anões, conclui sua conversa com Grimbold dizendo: “Bom, vou pegar mais uma bebida no balcão para me aquecer, provável que essa chuva me faça ir para a cama mais cedo.”
Após se desvencilhar do guarda, Lemnorian se aproxima do balcão e pede ao taverneiro: “Por favor senhor, mais uma bebida, a saideira”.
Enquanto isso, Lemnorian fica disfarçadamente observando a movimentação dos anões e de Tilda (teste perception:1d20+6=7), esperando a bebida.
Infelizmente, não conseguiu perceber sobre o que estava susurrando (falha crítica), mas Tilda se vira até ele e diz:
“Não ligue para essa babozeira. Apenas aprecie o calor da lareira e sintam-se em casa!”.

Khalid sente (insight passive = 18) que a proprietária está assustada enão quer se preocupar com mais histórias de fantasmas.
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Zanoro acha tudo muito estranho e não desgruda os olhos da fala de Tilda. Por que estaria ela cochichando?
Ainda se mantém no aguarde, disfarçadamente examinando mais atentamente o vestuário e equipamento dos anões.

(Perception = 1d20+7=13)

O pálido vryloka também não consegue perceber o que disse Tilda, embora tenha conseguido ler em seus lábios a palavra “fantasma” sendo pronunciada aos anões.

Com os seus olhos vermelhos fixados nos anões viajantes, consegue perceber e deduzir que, pela sujeira e equipamentos portados, são os responsáveis pelo conserto das pontes avariadas.

Talvez se sentindo desconfrotáveis com o olhar inquisitorial de Zanoro ou apenas por estarem cansados após um dia árduo de trabalho, os anões se levantam e partem em direção ao seu quarto na estalagem.

O guarda Grimbold, percebendo o adiantar da hora, também se levanta e se dirige à saída.

O escolar Nathaire levanta, mas permanece no mesmo local.

O estalajadeiro termina de arrumar o balcão, enquanto Tilda se dirige para recolher os pratos e limpar as mesas.

Vocês dividem um quarto. Irão até ele ou há algo mais a fazer?
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Khalid, ainda junto ao Scholar, fala:
“Interessante, a história e principalmente o poder de Evard. Seria um desperdício deixar ao esquecimento um poder sombrio destes.
Tenho uma proposta para voçê sábio e creio que meus companheiros Lemnoriam e Zanoro não irão se opor – Podemos acompanhá-lo em sua busca pelo túmulo de Evard. Eu gostaria muito de testumunhar tal poder e de qualquer forma, como todo túmulo de arcano poderoso, provalvelmente há guardiões protejendo tal local. Estou farto de ficar esperando o tempo passar, seria uma oportunidade, também, de quebrar alguns ossos (bate em seu mangual de três cabeças) e provocar dor em possíveis inimigos… afinal, como membro da Ordem da Dor Eterna, é essa a minha vida… ha ha ha (risada sarcástica.) O que me diz, sábio?”

Tilda engole seco quando escuta a proposta tenebrosa de Khalid.

O arrogante escolar abre um sorriso e retruca:

“Não preciso da ajuda de ninguém! E acho que você se impressionou com essas história de fastasmas! Hahaha…”

Todavia, sentindo o efeito do intimidante sarcasmo de Khalid, continua:

“Mas, se faz tanta questão e se considera essa sua missão, poderá ir comigo amanhã ao túmulo. Apenas um louco iria até lá no início da noite e sob essas condições climáticas. Se assim quiser, terá que ir sem a minha companhia. Caso o contrário, encontro-lhe na saída desta espelunca 1 dedo antes do sol nascer!”


Zanoro não tem certeza do que sente ao ver seu companheiro mencionar a palavra “dor”, um misto de desprazer e necessidade ou talvez ainda um trago de imaginação, não tinha certeza do que o aguardava naquele tumulo misterioso, mas com certeza não seria “medo de fantasmas” o que agoniava o barbaro. Talvez o pouco contato com poderes Arcanos pudesse estar mexendo com seus pensamentos.

- Minha curiosidade é grande amigo Khalid, mas não sei se pela DOR ou pela aventura!

Ainda um pouco inquieto com a situação Zanoro continua a aguardar, ansioso pela resposta de Lemnoriam.
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Diante do silêncio de Lemnoriam, Zanoro agita as mãos fazendo um sinal duvidoso a seus colegas, não demosntrando aprovação ou reprovação:

- Vou tentar descançar um pouco mais antes de partimos. Um dedo antes de o sol nascer, que seja.

Zanoro ruma para o seu quarto.


Khalid faz o mesmo e avisa:
- Estaremos esperando então, sábio, no local e tempo combinados. Farei preces a Deusa da Dor, descansarei e, após isso, partirei juntamente com quem quiser vir.
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No meio da madrugada, uma poderosa sensação desperta vocês. Sentem como se estivessem sendo puxados para todas as direções, sem a habilidade de se orientarem. Nada no quarto está faltando, mas os móveis estão fora do lugar, o ar está gelado e as paredes estão levemente entortadas. A luz das velas e lamparinas está estranhamente obscura e há sombras e escuridão por todos os lados.

Um grito de terror eclode no salão principal, seguido por um ruído de asas e o de quebrar de pratos. A estalagem Velha Coruja está sob ataque!

O taverneiro está caído ao chão. Não há mais ninguém além das criaturas cinzentas feitas de pedra que voam pelo salão. Vocês percebem que elas são as gárgulas que adornavam a entrada da estalagem.

O que farão?

Essa é a cena:

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Zanoro, o pálido vryloka, urra ferozmente na tentativa de desmotivar as criaturas, enquanto saca sua espada de duas mãos e pensa na melhor estrategia.
Um ataque no meio da noite só viria por confirmar suas desconfianças: alguém não queria que a exploração fosse realizada.

As três inquietas criaturas param ao ouvirem o forte urro e pousam ao encararem o rúbio olhar do bárbaro, acuadas nos cantos onde se encontram.


No entanto, algo parece errado com Zanoro. Ele começa a sufocar e a sua palidez vai se desfazendo com o corar causado pelo sangue que se acumula em razão da obstrução de sua circulação. Uma sombra parece estar estrangulando a sombra do bárbaro … mas, ele sofre os efeitos.

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O elfo Lemnoriam, com sua rapidez e astúcia ladina, rapidamente percebe o que está acontecendo e dispara uma flecha certeira na sombra que sufoca Zanoro, que se desfaz, liberando o vryloka.


Khalid saca rapidamente a sua mangual de três pontas e caminha na direção da gárgula mais próxima, atento a qualquer outra sombra estranguladora.

A assustada criatura estarrece diante da forte presença do blackguardian e foge pela janelas mais próxima. As outras duas criaturas de pedra fazem a mesma coisa.

Todavia, a precaução de Khalid não foi suficiente para enxergar direito em meio a tantas sombras que se retorcem no ambiente e uma criatura sombria o estrangula.


Lemnoriam não perde tempo e se mostrando mais uma vez ágil e prestativo, disfere outra certeira flecha na criatura, desfazendo a sombra.

Após examinar atentamente o local, tem certeza que não há mais nenhuma dessas criaturas.

A estalagem está livre
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Encontros 2 e 3 - Witching Hour (A Hora das Bruxas) e Dark Dreams (Sonhos Sombrios)

Vocês ainda estão no interior do salão principal da estalagem Velha Coruja.

A proprietária Tilda, o taverneiro Harald e os três anões viajantes estão todos presentes e pretendem construir uma barricada para esperar o amanhecer.

Não há qualquer sinal do escolar Nathaire ou de seu servo halfling.

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O que irão fazer?


Lemnorian observa o comportamento das pessoas presentes, e pensa “Por que estão construindo barricada, se temem a presença de fantasmas?”. Após essa divagação ele pergunta, se dirigindo para eles: “Estão se preparando para conter para uma invasão?”

Os anões respondem: “Sabe-se lá o que está acontecendo lá fora e algo pode querer entrar aqui!”

O elfo percebe que estão todos assustados e estão procurando fazer qualquer coisa que lhes dê uma sensação de segurança, ainda que ineficaz.


Kkalid indaga: – “Algum morto por aqui? Se tiver, vamos revistar o corpo e aproveitar o que pudermos, já que estamos quase mortos mesmo.”
“Fico pensando se nosso “amigo” sábio não tem nada a ver com isso". “Sumiço bem conveniente” “Vou revistar o quarto do sábio para ver se encontro algo de interessante”
“A propósito, elfo, boa pontaria com aquelas sombras. Pena que elas morreram rápido, fico imaginando se sentiriam dor. AHAHAHHA”

A porta do quarto do escolar está trancada e ninguém responde lá de dentro.

A proprietária Tilda, amedrontada com as suspeitas de Khalid lhe empresta a chave reserva.

Dentro do quarto, não há ninguém. Algumas roupas e equipamentos foram deixados para traz, mas a janela está aberta.

Khalid intuitivamente percebe que o sábio e seu servo fugiram pela janela durante a madrugada.


Zanoro se sente aliviado, uma sensação nunca antes sentida de desespero atacara o barbaro, uma sombra não era sequer um motivo de preocupação ou observação para ele.

- Grato companheiro Lemnorian, salvou minha vida!!

O Barbaro se recupera ainda olhando para o chão e medindo se algum perigo em forma de sombra os ameaça.

Ao notar que as sombras não causam mais nenhum perigo, o Bárbaro se adianta:

-Alguem não quer que nossa expedição ocorra, por algum motivo, acho melhor partirmos o quanto antes, meus caros.


Khalid aproveita que está ainda no quarto do sábio e com sua arma em punho aproxima-se da janela aberta para observar se há criaturas pelas ruas tentando entrar na estalagem.

Um frio persuasivo estremece os seus ossos.

Lá fora a situação não é diferente do interior da estalagem. Uma estranha obscuridade caiu sobre a cidade.

Essa não é a mesma Duponde que vocês chegaram horas atrás. As ruas não parecem iguais e as construções parecem destorcidas e ameaçadoras.

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Mesmo sendo um blackguardian, Khalid sente a ansiedade e a opressão que caíram sobre Duponde. Ambiguamente, o seguidor da deusa da dor parece admirar a sensação, mas também sente um instinto de permanecer escondido acuado no interior da estalagem Velha Coruja.

Khalid fecha a janela, quebrando a sensação, e tenta localizar alguma coisa importante que o sábio porventura tenha abandonado no quarto, durante a fuga.

Após breve busca, só localiza roupas e equipamentos comuns de viajante.


Lemnorian responde aos companheiros com um aceno afirmativo de cabeça, e diz: “Minhas flechas sempre estarão apontadas para o perigo e o meu arco em riste para ajudá-los, meus amigos!”
Em seguida, Lemnoria mantém o arco em punho e acompanha a movimentação de Khalid.
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Todos estão novamente no salão principal da estalagem.

De repente, ruídos são ouvidos lá fora e algo pressiona a porta da estalagem contra os móveis empilhados. Alguém ou algo está tentando entrar!

O que vocês fazem?
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O elfo Lemnorian tenta fazer uma barricada com as mesas e cadeiras que estiverem ao seu alcance, depois ele puxa mais flechas da aljava e coloca as no chão, em seguida se abaixa, colocando um dos joelhos no chão e formando um angulo de noventa graus com a outra perna, preparando a flecha para ser lançada assim que alguma criatura aparecer pela porta.


Uma luz fraca entra pelas fresta da porta… e uma voz familiar é ouvida:
“Sou eu. O guarda Grimbold!”

Espiando por um buraco na janela, o taverneiro confirma: “É ele mesmo. E está junto com algumas outras pessoas armadas.”

Antes de alguém retirar a barricada e abrir a porta, o guarda continua:
“A cidade está uma confusão. Há monstros pelas ruas e as pessoas estão aterrorizadas. Alguma coisa está à espreita em nosso depósito de armas, impedindo que a mílicia se arme apropriadamente. E parece que o halfling servo daquele escolar foi visto saindo correndo pelo portão norte após esfaquear um guarda. Acho que ele está envolvido em tudo isso. Preciso de ajuda dos viajantes que estão aí, para que resolvam um desses dois probemas, enquanto me ocupo do outro: perseguir o halfling ou libertar o depósito de armas. Então, o que vai ser?”


Khalid, ainda sentindo as dores do estrangulamento, responde:
“Acho melhor nós irmos ao depósito de armas. Se a guarda da cidade e nós também estivermos melhor equipados, poderemos chegar ao túmulo de Evard, com certeza o sábio estará por lá. O Halfling poderá ser uma distração para nos desviar, se bem que eu adoraria torturá-lo para obter respostas” Diz Khalid.

“Grimbold, você conheçe algum atalho para chegarmos mais rápido ao depósito de armas?” – pergunta Khalid."


Grimbold afirma:
“Bem pensado Khalid. O halfling pode ser uma distração. O principal é o escolar. Posso indicar o melhor caminho até o depósito de armas”.

Todos concordam com Khalid e irão ao depósito?


“-Sim, Khalid, vamos ao depósito!” responde Lemnorian.
“-Zanoro, você nos acompanha?”
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O bárbaro se prepara para uma nova carga de adrenalin; coneguiria ele suportar novamente tanto estresse sem surtar? Testar seus limites seria uma oportunidade interessante para a ocasião.

-Sim, vamos agora!

De arma em mãos, o bárbaro segue atento aos passos dos colegas, pronto para atacar sombras estranhas ou o que vier pela frente.


Criaturas sombrias asssombram as ruas. Pânico e desespero caíram sobre a cidade.
Uma matilha de criaturas quadrúpedes e de duas cabeças caçam os indefesos habitantes da cidade.
Se alguém não fizer algo para ajudá-los a perceberem as criaturas e se esconderem, eles serão presas fáceis.
Vocês farão algo a respeito ou manterão o foco até o depósito de armas?

Duskbeast


Khalid fala em voz baixa para os seus companheiros: “Já sei que vc, elfo, vai tentar salvar esses fracotes. Que seja. Atraia as criaturas para perto de mim, sou melhor no corpo a corpo e eu e Zanoro lhe daremos cobertura.”


Lemnorian, deixando de lado suas divagações internas, responde a Khalid:
“Certamente caro amigo! E você perderia a oportunidade de causar dor em algumas sombras infelizes que te atacaram…”
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-Andemos companheiros!!! Nosso destino nos aguarda!! Gloria ou Vitoria!!!

Se empolga o barbaro apressando seus companheiros!!!

E depois do grito, prepara para atacar a primeira criatura que vier em sua direção.

O elfo também se prepara, colocando a flecha em seu arco.

Mas, na medida em que vocês continuam caminhando em direção ao depósito de armas nenhuma criatura se move diretamente a vocês.

Sombras são vistas passando pelas casas.

A questão agora é: continuar até o depósito ou ajudar ativamente as pessoas, indo em direção às criaturas ou ajudando-as a se esconder?


Lemnoria fala para seus companheiros:
“Acho que é melhor irmos direto ao deposito, assim livraremos logo essa cidadezinha desse mal terrivel.”
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Com a concordância do elfo, não há mais nenhuma empecilho para que continuem até o depósito e possibilitem que as armas sejam usadas pela guarda e pelos cidadãos para defenderem a si e a cidade. No entanto, isso deve ser feito com pressa, para que as baixas sejam poucas.

Seguindo as direções dadas por Grimbold, vocês andam pelas ruas escuras rumo ao depósito. A escuridão parece viva, com sombras flutuando em volta do brilho translúcido das fontes de luz.
Finalmente, vocês chegam próximos aos rio, a partir do qual um aqueduto corre em direção à vila. De longe, dá para se ver a silhueta de uma grande construção de dois andares.

Essa é a representação do lugar:

Captura de tela 2011 07 30  s 16.38.49

Iniciativa e o que vocês fazem?

Tabuleiro do Encontro


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